Dia do Quadrinho Nacional

Hoje, dia 30 de janeiro, comemora-se o dia do quadrinho nacional. A celebração foi criada em 1984 pela Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP).

Desde então, a entidade organiza o Troféu Angelo Agostini, para prestigiar os profissionais brasileiros das histórias em quadrinhos. Nesta data em 1869, Angelo Agostini publicou, aquela que é tida como a 1ª história em quadrinhos do Brasil: As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de Uma Viagem à Corte.

E nós do Bear Nerd separamos alguns quadrinhos muito legais criados por artistas LGBTIs. Vamos à lista:

Bear Fantasy

De autoria do nosso co-editor Marco ByM, Bear Fantasy retrata as três paixões do autor: desenho, RPG e ursos. Um dos objetivos da série é de evidenciar personagens gordinhos (que até então só eram usados como alívio cômico ou figuras vilanescas), e também serve como apoio do projeto de RPG queer de fantasia medieval do ByM, o Rainbow Crystals.

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Bendita Cura

O Mário César Oliveira é figura cativa aqui do Bear Nerd (gravamos um cast sensacional com ele, que você pode ouvir aqui). Bendita Cura é um tocante e, por vezes, brutal, relato de como ainda é difícil para um jovem LGBT crescer num país como o Brasil. Inspirado pelas notícias de políticos que, eventualmente, tentam emplacar a “cura gay” em nossas leis, o autor transformou a revolta em um poderoso quadrinho, contando a história do pequeno Acácio, um menino gay que tem uma família extremamente conservadora. Essa história é uma que todos nós deveríamos conhecer.

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Mayara & Annabelle

Mayara & Anabelle é um dos melhores gibis nacionais lançados nos últimos cinco anos.

A dupla de agentes da SECAF – Secretaria de Controle de Assuntos Fora do Comum é protagonista da série, criada e ilustrada pelo artista Talles Rodrigues, e roteirizadas pelo escritor Pablo Casado. Durante o desenrolar da história, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e sua antipatia inicial, o nascimento da amizade entre elas, o fascinante universo mágico dentro do qual elas operam e as transformações pelas quais as duas personagens passam até o final da história. A dupla de protagonistas é envolvente, forte, cativante e LGBT. Tudo isso com um texto afiadíssimo, empolgante e engraçado, que dá a elas voz própria e personalidade, e uma arte empolgante que melhora a cada edição.

A série tem cinco volumes, todos financiados pelo Catarse. Os autores estão definindo se/de que forma ela vai continuar, mas eu espero, de coração, que prossigam. Por que é uma das coisas mais bacanas que já apareceu no cenário de HQs nacionais, e não deve NADA a séries estrangeiras com a mesma pegada.

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Lobo Mau, Pequenas Felicidades Trans, Transistorizada e Uma Nuvem que Tenta.

Ontem, comemorando o dia nacional da visibilidade trans, produzimos um artigo destacando quatro artistas trans com trabalhos incríveis. Clique aqui para dar uma olhada!

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