Ok, o título está um pouco sensacionalista, mas não muito longe da verdade. Embora a edição de 2016 da Brasil Game Show tenha tido seus bons momentos, no geral foi bem fraco e não atingiu nem metade das minhas expectativas.

Pois bem, do dia 2 a 6 de setembro aconteceu, em São Paulo, a Brasil Game Show – BGS. Eu sempre quis apreciar o evento e tanta ansiedade me fez achar que podia estar indo em uma espécie de E3 (nota do editor: Electronic Entertainment Expo – a maior feira de games do mundo) do Brasil (ok não era pra tanto, só um pouquinho.. rsrs). Alguns amigos já tinham me alertado. Uns diziam que era muito fraco, outros afirmavam que era bom mas um dia só já bastava pra você ver tudo e ficar cansado. Já eu digo, por experiência própria, que os dois argumentos são bem válidos.

Não fui na BGS do ano passado, mas pelo que vi em vídeos do youtube e matérias de alguns sites, acredito que foi melhor do que a edição 2016. No ano passado, pelo menos, eu teria conhecido pessoalmente Yoshinori Ono, produtor do Street Fighter. Como estávamos as vésperas do lançamento do SF5, a BGS organizou um campeonato com jogadores profissionais conhecidos, onde o vencedor garantia vaga pro Capcom Pro Tour.

E, sim, eu adoraria ver isso de perto. Achei a BGS desse ano muito desorganizada. Filas e filas pra jogar alguns lançamentos e mesmo assim não dava pra entender nada. Passei uns quarenta minutos na fila pra testar o Tekken 7 até perceber que ela nem se mexia. Fui ver com o rapaz da organização e ele me fala que ia começar um campeonato que eles simplesmente decidiram fazer na hora, sem ter o trabalho de avisar aos trouxas que estavam esperando todo aquele tempo. Qualquer um podia participar do tal campeonato,  mas as inscrições já haviam fechado. E quando rolaram essas inscrições? Vai saber!

Frustrado, perguntei quanto tempo isso ia demorar e o cara me fala que deve demorar  em torno de uma hora e meia a duas horas. Aí eu desisti e fui ver outras coisas.Não havia uma programação a seguir e isso me deixou perdido no evento. Na maior parte do tempo, eu andava sem rumo procurando algo pra fazer. O local do evento era enorme, a estrutura estava fodástica. Fiquei deslumbrado com cada stand que passei, mas era só um “corpinho bonito”… rsrs

Para não dizer que eu só detonei a Convenção, houve coisas que gostei bastante. Uma delas foi a sessão indie. Passei por cada um dos stands, joguei alguns jogos, conversei com desenvolvedores e vi jogos pra todos os gostos. Me decepcionei um pouco com um jogo que queria muito testar mas, enfim, essa experiência foi muito bacana. Ver a galera brasileira fazendo jogos muito bons me deixou um pouco orgulhoso.. hehe

E no mais foi isso. Se me perguntarem se tenho vontade de ir no ano que vem vou dizer que não. Só se eles anunciarem algumas atrações que eu ache realmente relevantes e que me convençam. Nunca se sabe. Acredito que, pra algumas pessoas, tenha sido um evento maravilhoso mas pra mim foi bem fraco e com algumas falhas que poderiam ter sido evitadas. Ah… ia me esquecendo, apesar do espaço físico ser perfeito, a conexão de internet era horrível. Fiquei puto, andei pra caralho e não podia logar no Pokémon GO, podia ter chocado vários ovos de 10km e não choquei por que não entrava no jogo, muito triste isso… :'(

Sobre o Autor

Rafael Felix ou Bode pros íntimos. Gamer, fã de party games, Zelda, Pokémon e jogos de luta, principalmente de Street Fighter. É daqueles que vai ao encontro do mais forte, apesar de ser bem mediano. Mas não recusa um bom desafio – um de seus amigos inseparáveis de infância, por exemplo, ele conheceu jogando Street 2.

Amante de filmes de ficção científica, fantasia e comédia, adora rir Está quase sempre de bom humor e, como um bom cearense, é um mestre nas piadas! Sempre tem uma boa no momento certo, tá no sangue e ele se orgulha das raízes.

Não se sente fisgado pela febre de séries, mas assiste periodicamente. Sempre achou Star Wars bem bacana, mas descobriu (meio tarde até..) uma paixão por Star Trek. Ainda não assistiu todo mas tá na lista de metas da vida.. rsrs.. Adora desenho animado – gosta de Hora de Aventura, O incrível mundo de Gumball e Steven Universe (ainda não assistiu Urso sem Curso, tá doido pra ver.. haha).

Também gosta de animes e tokusatsu. Tem uma pequena coleção de quadrinhos, games e bonecos, joga card games, board games e RPG.

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