Quem Somos

Marco ByM se entende por Nerd há mais tempo do que se lembra, embora não seja fã de Star Wars – Vida Longa e Próspera, sorry!

Geminiano, carioca, cresceu assistindo desenhos animados, aprendeu a desenhar -sua primeira paixão- lendo os gibis do tio Maurício de Souza, demorou para aprender a dar um haduken e na adolescência descobriu a sua segunda paixão – o RPG. A terceira paixão, os Ursos, veio logo depois. Orgulhoso de ser Nerd e Urso, resolveu criar o Bear Nerd por sentir falta de um espaço que abrangesse esse dois universos tão diferentes, porém com tantas semelhanças.

Então juntou um time de primeira (na verdade seus amigos mais próximos) e dessa mistura saiu o Bear Nerd que vocês conhecem.

James Figueiredo tem… trinta e dez anos e é nerd desde muito antes de saber da existência dessa palavra.

Aprendeu a ler com histórias em quadrinhos, aprendeu a desenhar com histórias em quadrinhos, aprendeu outras línguas pra poder ler histórias em quadrinhos e provavelmente vai morrer senil e babando em cima de alguma história em quadrinhos. Tipo, ele gosta MESMO de histórias em quadrinhos.

Ele também gosta de ursos, e se descobrir urso foi como finalmente vestir uma roupa confortável depois de muito tempo usando roupas de segunda mão que não cabiam direito.

Sua meta pra quando alcançar a dominação mundial é instituir a leitura obrigatória de Watchmen e Sandman nos currículos escolares. De todos os países. Até lá, ele se contenta em ser o ranheta-alfa desse grupo de ursos nerds maravilhosos.

Raphael “Wally” Ernesto é um cara por aí, Mineirim da capital…

Seriados. Quadrinhos. Games. RPG… Tudo isso estava em sua vida antes de descobrir o que era um nerd.

Se tornou um cara bem resolvido quando descobriu o que era um Urso. E que não era o único que gostava de Ursos. E feliz quando virou um cara grande e de barba! Sua vida se tornou uma mescla das nerdices com as ursinidades. Ter relacionamentos levados por Kingdom Hearts e Ragnarok Online. Ter brigas épicas por causa de DC e Marvel. Ter eventos ursinos como profissão. Ter amizades seladas em World of Warcraft e no PS3.

Sempre lembra com carinho do dia em que o Leo lhe falou de um site de um amigo que achava que iria curtir muito, e pouco tempo depois lhe chamou pra conversar com os caras do site no Skype. Um dia que mudou sua vida…


COLABORADORES

 

Salvo de uma infância complicada pelo mundo da ficção, Alê BL fez dos super-heróis uma constante em sua vida. Suas primeiras memórias incluem Batman e Robin e bonecos inarticulados da Gulliver. Utiliza uniformes e cortes de cabelos dos quadrinhos como marcadores temporais – “Na época em que o Asa Noturna usava mullet…” – e tem grande obsessão por personagens LGBTTs.

É maníaco por limpeza e arrumação. Suas roupas são guardadas seguindo as cores do arco-íris e faz planilhas Excel de praticamente tudo. Sabe que o mundo é um caos selvagem e sem controle e aprecia a organização artifical que consegue criar.

É avoado, estabanado, ansioso, dramático e vive fazendo piada de si mesmo. Gostaria de ser bonito, rico e bem sucedido, mas nada sai do jeito que planeja.

Hoje vive livre e feliz com seu marido no Rio de Janeiro e, sempre que pode, lê quadrinhos, vê desenhos animados e coleciona bonecos.

Rafael Maia é um quase urso!
Bear, lontra, Behr, chaser? Já cansado de tentar definir decidiu ficar em cima do muro mesmo. Mineiro do interior, criado na capital, e mesmo sempre bem tratado com feijão tropeiro, pão de queijo e doce de leite ainda não chegou nas proporções tipicamente ursinas. Sofredor de um grave caso de síndrome da cachinhos dourados, é um admirador incansável dos ursos em seus exemplos mais clássicos.

Nerd em todos os níveis do seu ser, começando pelo RPG; que jogou e narrou todos de grande circulação e especialmente apaixonado pelo novo mundo das trevas, passando pelas histórias em quadrinhos e culminando nas séries e livros das mais profundas ficções cientificas e fantasias. Mas, ecleticamente tolerante; o que irrita os ‘nerd agressive’ por ai (sim, ele acha digno que Star War e Star Trek dividam espaço sem conflitos, assim como DC e Marvel e por ai vai!). Sonha em ser um escritor e vive amontoando seu HD e cadernos das mais psicodélicas tramas que povoam sua cabeça (que tem mente própria) o tempo todo.

Vem subornando sua colocação no site como todo bom mineirinho, comendo (!?) quietinho pelas beiradas; até que quando menos se esperar estará sendo lido por todos os ursos e agregados mundo a fora!”

Então… Tiw Brás é um fã de Star Wars que sempre quis ter uma estrela da morte, louco por rock, cerveja, homem e minecraft (sim, minecraft). Poderia ter estudado o que quisesse na vida, mas o que resolvi fazer? Tentar ser músico e adivinhem, me fodi! Vejo a vida como uma grande aventura e tenho comigo que se está ruim agora, se cuida porque VAI piorar.

Adoro ler, por isso não tentem ser cult comigo, não vai rolar. Me visto com certa elegancia mas meus arotos não me permitem ser uma pessoa que você apresentaria pros seus pais. Adoro uma boa briga, mas é no argumento que me garanto. Palavrões e xingamentos de todo o tipo fazem parte do meu dia-a-dia mas juro que pego leve quase sempre.

Que a força esteja com voces, namastê, blessed be, saravá e vamos beber, porra!!!!! (entendam como quiser)

Fernando “FH” Henrique é o nome de batismo. Hique é nome pelo qual é conhecido, no mundo ursino, este nerd colecionador de quadrinhos de super-heróis, Action Figures e bilhetes de entrada de cinema. É colecionador de quadrinhos desde os 9 anos de idade, professor de Língua Portuguesa, de produção de Textos Acadêmicos e de Metodologia, mestre em Linguística Aplicada, Marvete convicto, Simpsomaníaco.

Hique é fã incondicional do Wolverine, mas acha que ele funciona melhor em equipes do que em títulos solo; prefere o baixinho dos anos 1980, rejeitando o Logan galã do Hugh Jackman, no entanto, já deu aula pros seus alunos fazendo cosplay do mesmo.

Seu contato com o mundo ursino se deu quando ele percebeu que seus melhores amigos se denominavam assim e que aquela tribo até então desconhecida o atraía mais do que as outras do universo LGBT. É fã de ursos, sofre bullying por ser magro e odeia ser taxado de Lontra, nomenclatura a qual rejeita veementemente.

Ewerton faz parte do grupo de nerd clássico, aquele que gosta de estuda, sofreu muito bullying e se achava um alienígena, ou mutante, ou alienígena mutante, porque ninguém gostava do que ele gostava quando criança, ou ao menos entendiam. Devia ser por isso que adora Star Trek, ficção científica e computadores.

Graças a internet encontrou seus iguais e se sente menos alienígena, mas ainda estuda bastante a cultura e peculiaridades do terceiro planeta para se adaptar melhor. Perto dos 40 o que mais escuta é “Não parece!”, em diversos aspectos. Tentou acompanhar os quadrinhos nos anos 90 e você já deve imaginar o resultado. Prefere muito mais os livros e tem a coleção Harry Potter em um altar. Além disso, gosta de filme, série, animes, documentários, cozinhar e ursos. Enfim, um alienígena normal como todos os outros. :)

Osíris Reis zanzou da Medicina e a Mecatrônica antes de assumir que é tarado por Ficção Fantástica. Formado em Cinema, Rádio e TV pela UnB, é autor de Treze Milênios [ficção científica vampiresca] e dos contos Bandeiras [Scarium 16], Madalena [Paradigmas 1], Alma [Imaginários 1], Queda [Fantástica Literatura Queer – Volume Laranja] e Companheiros de Armas [Fantástica Literatura Queer – Volume Verde].

É o baixo vocal do grupo Laugi, gestor de arquivo audiovisual na Comissão Nacional da Verdade, empreendedor, compositor, consultor de assuntos tecnológicos, cupido, ombro amigo e puxador de orelha quando necessário.

Victor Henriques, também conhecido no mundo dos games como ‘’Hagrid’’. Um cara híbrido (meio Geek, meio Otaku), que descobriu o mundo dos barbudos e está sempre dando seus ‘Woofs’ no Rio de Janeiro.

Amante de filmes de terror e animes. Enquanto aguarda ansiosamente pelo apocalise zumbi na Terra, Victor está focado em aumentar seu poder de fogo e conhecimento.

Além de professor de inglês, e agora com foco na área de publicidade, seu objetivo é dominar o mundo através da mídia.

A vida é igual a um suco de laranja que parece limão, mas tem gosto de tamarindo, pois nem tudo é do jeito que a gente quer.

Walder Alexandre cresceu apreciando desenhos animados e que até hoje não se cansa de se encantar com produções do gênero. Levou anos para entender Akira e descobrir que o Japão era exportador de animes.

Apaixonado por livros de ficção científica e séries bem humoradas de TV. Fez cursos de desenho e pintura aos 14 anos, mas não tinha uma visão de mercado e acabou desistindo. Brincava com os amigos na rua e ficou fascinado com o vídeo cassete, onde guarda lembranças de assistir, pela primeira vez, De Volta Para o Futuro, Indiana Jones, A Hora do Espanto entre outros.

Hoje trabalha como analista de sistemas e é formado em gastronomia, apesar de ter preguiça de cozinhar. Fundou o canal Tô Por Fora, junto com o seu grande amor Victor Henriques, onde falam sobre cultura nerd e as vezes brigam em frente à câmera. Não sabia da existência da comunidade ursina até o ano de 2002 e hoje se considera um daddy de 39 anos.